A Latoaria Maciel começou em 1786 mas só existem registos oficiais após 1810. 

Na mesma família há 7 gerações. Com mais de duzentos de anos de história foram os latoeiros da Coroa Real, atravessaram duas guerras mundiais, crises económicas, a invasão da era do plástico e muitas outras adversidades. Começou por fabricar artigos de decoração, candeeiros de petróleo e azeite, semicúpios, banheiras e lanternas de carruagem. O intendente D.Diogo Inácio de Pina Manique (1733- 1805) ordenou que as latoarias iluminassem toda a cidade de Lisboa. Na oficina cheira a metal, cheira a tinta. Parece uma caixinha de memórias, onde se guardaram recordações e histórias que foram passando de geração em geração. Sem deixar que o amor a arte da latoaria se perca.  A Casa guarda carinhosamente notas de encomendas com mais de 200 anos, que cheiram a histórias e memórias. 

  • Rui Pragana Martins

    5ª Geração. Pai, Avô, Bisavô e dono.

  • Rui Antônio Figueiredo Pragana Martins

    6ª Geração. Pai, Avô e dono.

  • Margarida Pragana Gamito & Rui Gamito

    7ª Geração. Pais, filhos e com uma paixão: a latoaria.

Mestre Rufino

Mestre Rufino

Rufino, Latoeiro há sessenta e nove anos, trabalhou com o avô e pai de Margarida e até a sua morte trabalhou na Maciel. Um dos nossos mestres artesãos, Sr. Rufino. Trabalhou connosco desde pequeno e infelizmente faleceu no final de 2020.

O meu percurso na Maciel foi de idas e voltas. Mas regressei sempre a esta casa, que também é minha.
— Rufino

Rufino e Margarida no programa “Agora nós”, na RTP.